Pesquisadores lançam simulador fotorrealista de código aberto para condução autônoma

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Nos últimos dias, mundos virtuais ultrarrealistas foram anunciados como a melhor opção para os veículos autônomos (AVs), visto que oferecem uma experiência segura em cenários perigosos de condução. Tudo isso a partir de um simulador fotorrealista de código aberto.

Sendo assim, algumas empresas como a Waymo e a Tesla, dependem de dados para permitir que os simuladores fotorrealistas funcionem, já que testar e coletar informações de quase quedas, em geral, é algo difícil de fazer e recriar. Logo, a experiência para ser a mais segura para a condução autônoma.

Para isso, cientistas do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (CSAIL) anunciaram o “VISTA 2.0”, um sistema que permite simular a condução, permitindo que os veículos aprendam a dirigir no mundo real, também sendo possível de recuperar de cenários de quase acidentes.

Atualmente, a premissa do VISTA 2.0 se baseia no seu modelo anterior, o VISTA, que é bem diferente dos simuladores AV do mercado. Assim, ele funciona a partir da construção de dados renderizados de forma fotorrealista, que transmite as informações diretamente ao mundo real.

Simulador fotorrealista (Reprodução: divulgação)

Inicialmente, a iteração inicial do VISTA permite acompanhar somente uma única pista de carros com o sensor de câmera, entretanto, para alcançar a simulação orientada por dados de alta fidelidade depende dos fundamentos de diferentes sensores e interações, para obter uma melhor experiência.

Como um simulador fotorrealista pode mudar o modo de dirigir

Com uma quantidade menor de dados, o VISTA 2.0 simula tipos de sensores complexos e cenários altamente intuitivos em escala. Neste sentido, a equipe conseguiu treinar veículos autônomos para os tornaram mais robustos, a fim de conseguir adaptá-los em grandes quantidades de dados no mundo real.

Na pesquisa, foi possível dimensionar a complexidade das tarefas, tais como seguir, ultrapassar, negociar e muitos outros. Tudo isso também inclui cenário multiagentes, criados em ambientes altamente fotorrealistas. Sendo assim, é uma ótima opção para lidar com condução autônoma em veículos.

Nos últimos tempos, houve uma mudança nos ambientes de simulação, pois os modelos mais clássicos foram construídos a partir da concepção humana, deixando de lado os dados do mundo real. Sendo assim, as novas simulações possuem um alto grau de fotorrealismo, o que torna mais preciso a adaptação da simulação.

Entretanto, é mais difícil lidar com a coleta de lados em um mundo como esse. Isso porque é necessário que o carro projete uma realidade 3D, e lidar com a criação de um projeto baseado nas informações coletadas. Assim, o veículo virtual pode ter dificuldade em lidar com as informações sensoriais.

Nesta perspectiva, a novidade se mostrou otimista. Isso porque o simulador foi capaz de simular informações multimodais, em tempo real, possibilitando treinamentos de redes neurais offline. Ou seja, a realidade aumentada oferece avaliações mais seguras, pois estão mais próximas da realidade.

Sendo assim, a simulação pode oferecer diversos tipos de controladores, simular eventos, criar cenários interativos e até mesmo adicionar carros virtuais que não existiam. Logo, fica mais fácil testar em cenários mais arriscados, como ultrapassagens e quase acidentes.

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Sobre o Autor

Bruno Teles

Fala sobre tecnologia e inovação. Atualiza diariamente sobre mobilidade elétrica.

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