Motocicleta elétrica do iFood em parceria com a Voltz não é restrita somente a entregadores do App e custa menos de R$ 10 mil

Motocicleta elétrica do iFood em parceria com a Voltz não é restrita somente a seus entregadores e custa menos de R$ 10 mil Fonte: iFood/Divulgação

É possível que as baterias da motocicleta elétrica do iFood sejam o motivo por que esse preço está abaixo do mercado, a peça pode ser alugada por uma mensalidade que parte de R$ 129/mês 

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O iFood, em colaboração com a empresa brasileira Voltz, lançou uma motocicleta elétrica projetada especificamente para o pessoal de entrega da plataforma. O chamado Voltz EVS Work iFood, que pode ser adquirido por R$ 9.999, se anuncia como uma opção mais barata e eficiente para os entregadores. No entanto, ela não é restrita somente às entregas do App.

As primeiras 300 unidades estarão disponíveis para compra via financiamento, e o banco BV dará um subsídio de R$ 2.000 ao preço inicial de R$ 11.990 para cada uma dessas compras. Mesmo sem o desconto, a moto elétrica ainda é mais acessível que a Honda CG 160 Start, que tem preço base de R$ 12.280.

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É possível que as baterias da motocicleta elétrica do iFood, que serão alugadas em duas modalidades (uma por R$ 129/mês para quem rodar até 2.000 km, e outra por R$ 319/mês sem quilometragem e trocas ilimitadas), sejam o motivo por que esse preço está abaixo do mercado.

A EVS Work pode ter até duas baterias e seu alcance pode ser de 100 a 180 quilômetros sem recarga. A velocidade máxima da moto é de apenas 85 quilômetros por hora, o que é mais lento do que as motos a combustão.

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A Voltz EVS Work, sem a parceria com o App de comidas, tem preço inicial no mercado de R$ 16.490 e pode chegar ao preço máximo de R$ 20.990 quando adquirido com duas baterias. A potência é de 3.000 W, o que é comparável a 4 cavalos de potência.

Este programa terá início em São Paulo, onde inicialmente serão 19 postos disponíveis para a troca de baterias. Eles estarão localizados em diversas áreas, incluindo Lapa, República, Consolação, Pinheiros, Jardins, Paulista e Moema. Nos próximos meses, a intenção é ter um total de cem estações espalhadas pela cidade.

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Além de poder ser trocada sempre que descarregada, por meio de assinatura mensal, as baterias da motocicleta elétrica do iFood podem ser recarregadas em tomada comum e leva cerca de 5 horas para uma carga completa

No entanto, o proprietário da nova motocicleta poderá carregá-la de forma independente, usando as tomadas padrão encontradas na maioria das residências. Demora cerca de 5 horas para carregar totalmente a bateria.

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Como dito anteriormente, a empresa afirma que não é necessário que o motociclista que comprar a motocicleta elétrica, tenha relação exclusiva com o iFood. Eles poderão atender outros aplicativos, bem como usar para passeio e diversão do usuário. 

A empresa afirma que, no momento, não está preocupada em como o proprietário da motocicleta a utilizaria; ao contrário, seu foco principal é contribuir para a eletrificação da cidade de São Paulo.

De acordo com um representante, as baterias da motocicleta elétrica do iFood serão vinculadas a um aplicativo que possui rastreamento em tempo real para saber se as entregas estão sendo feitas ou não. Isso ocorre por questões de segurança.

O usuário poderá acessar informações como carga da moto, sua posição, função que trava as rodas, locais onde a bateria pode ser trocada, entre outras coisas, por meio de um aplicativo.

Segundo Lucas Vitale, gerente estratégico de contas da Voltz, a garantia do EVS Work é de dois anos, e a marca oferece assistências a cada 5.000 quilômetros rodados. Os clientes podem ser atendidos na oficina que a empresa mantém nos Jardins, em São Paulo.

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Sobre o Autor

Geovane Souza
Geovane Souza

Geovane Souza é Jornalista e especialista em criação de conteúdo na internet, ações de SEO e marketing digital. Nas horas vagas é Universitário de Sistemas de Informação no IFBA Campus de Vitória da Conquista.